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Ago 13

Reformas da CGA já em pagamento terão corte entre 8% e 10%

Os novos cortes nas pensões da Caixa Geral de Aposentações (CGA) que o Governo quer aplicar a partir do próximo ano deverão provocar reduções entre os 8% e os 10%.

A proposta que está em cima da mesa aponta para que as pensões da CGA registem um corte de 10% na primeira parcela da pensão (o chamado P1), que no caso das pensões atribuídas até 2005 incide sobre a toda a reforma. A partir deste ano, o corte vai sendo inferior, com o intervalo a variar entre 8% e 10%.

 

Assim, quem começou a receber a pensão em 2006 vai ter um corte de 9,78%, um valor ligeiramente superior ao verificado para quem começou a receber a pensão em 2007 (9,57%). Os cortes serão progressivos, tal como se pode ver no quadro em baixo, culminando nos 7,87%, que será a redução nas pensões que foram concedidas ainda este ano, de acordo com a estimativa apresentada pelo Governo aos sindicatos.

 

Os novos cortes nas pensões CGA que o Governo quer aplicar a partir do próximo ano deverão atingir 302 mil pensões de aposentação, quase 70% do total, segundo a mesma fonte.


A este número há ainda que somar as reduções que incidirão sobre 77 mil pensões de sobrevivência, cerca de 60% das pessoas que recebem esta pensão. Os restantes deverão ficar isentos.

 

A maioria dos pensionistas abrangidos pelos cortes tem menos de 75 anos e totalizam mais de 239 mil pessoas.

 

 

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/e

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11
Dez 11

CGA registará 1 600 novos aposentados em janeiro

O número de funcionários públicos que irá passar para a reforma em janeiro de 2012 caiu 30,6 por cento face ao mesmo mês deste ano, num total de 1.574, oito dos quais com salário acima de 5 000 euros.

 

Assim, segundo contas da agência Lusa com base nas listas da Caixa Geral de Aposentações (CGA) hoje divulgadas, no arranque do novo ano vão reformar-se menos 695 funcionários públicos do que em 2011 (menos 188 face a 2010), num total de 1.574 pessoas.

 

Do total de funcionários públicos que vão passar a ser pensionistas este ano, oito vão auferir uma reforma superior a 5.000 euros, a maioria oriundos do Ministério da Saúde.

fonte:Diário Digital / Lusa 

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